
Geraldo Borges
O rio Parnaíba velho monge
E o Poty ninguém vai comemorar
Só o Parnaíba alonga ao longe
O rio Poty também tem seu lugar.
Lendas e mitos o rio Poty possui
É uma artéria no coração da cidade
Mesmo maltratado o rio ainda flui
O sol põe em suas águas suavidade.
No encontro das águas o rio cresce
E abraça o Parnaíba no Poty Velho
É belo este afluente ao entardecer.
O Cabeça de Cuia a noite reaparece
E a Maria que não ouvem conselho
Pode no último mergulho se perder.
O rio Parnaíba velho monge
E o Poty ninguém vai comemorar
Só o Parnaíba alonga ao longe
O rio Poty também tem seu lugar.
Lendas e mitos o rio Poty possui
É uma artéria no coração da cidade
Mesmo maltratado o rio ainda flui
O sol põe em suas águas suavidade.
No encontro das águas o rio cresce
E abraça o Parnaíba no Poty Velho
É belo este afluente ao entardecer.
O Cabeça de Cuia a noite reaparece
E a Maria que não ouvem conselho
Pode no último mergulho se perder.
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ilustração; "Cabeça de Cuia" de Cybelli Rocha, subtraído da página da Fundação Monsenhor Chaves
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